Benfica 1-0 FC Porto Aquém das expectativas

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Num clássico mal jogado, o Benfica levou a melhor sobre um FC Porto menos mal na 1.ª parte do que na 2.ª. Num jogo em que tivemos a pior eficácia de passe na era Sérgio Conceição, 64% (Média 17/18 – 80,5%, Média 18/19 – 79,6%), a pior eficácia de passe vertical nesta época, 38% (anterior tinha sido 55% contra o Vit. Setúbal) e a 2.ª pior eficácia de enquadramento de remates, 9,1% (pior só na Vila da Aves 17/18 – 6,3%), a equipa, ao contrário do que se pedia, não soube aproveitar a pressão que o adversário tinha em ganhar o jogo e pareceu satisfeita com o empate. Ao contrário do jogo da época passada, o treinador não passou a ideia clara que queríamos ganhar e quando assim é… o mais certo é perder. É verdade que ainda só vamos na 7.ª jornada e nada está perdido mas também é um facto que já vamos com 6 pontos perdidos em 7 jornadas (0,86 pontos/jornada Vs 0,41/jornada em 2017/18). Não estamos habituados a perder com este adversário mas o que é certo é que não nos podemos queixar de nada a não ser de nós próprios. É preciso pensar e repensar onde está o problema, caso contrário arriscamo-nos a ficar fora da luta mais cedo.

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Mar Azul – Excelente no apoio à equipa e foram mais as vezes que se ouviram os adeptos Azuis e Brancos que os adeptos da casa. Ao contrário da equipa, estes dominaram o jogo de início ao fim. Como sempre!

Éder Militão – Primeiro clássico do jovem Brasileiro e logo no Estádio do principal rival. Mas como Militão é um craque, jogou como tem sido o seu pecúlio. Tranquilo, jogou simples e foi muitas vezes o salva vidas da defesa. Mesmo no golo sofrido, ao tentar dar uma ajuda a Maxi Pereira, quase conseguia interceptar o remate de Seferovic. Ganhou 9/10 (90%) Duelos e bloqueou 3 remates (30% dos remates do adversário)

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2ª parte muito pobre – Após uma 1.ª parte em que conseguiu controlar o jogo e teve algumas saídas para o ataque que causaram ligeiro perigo, a entrada na 2.ª foi bem abaixo das expectativas. O adversário entrou melhor, pegou no jogo e logo aos 52min, Sérgio Conceição, trocou o apagado Otávio para a entrada de Sérgio Oliveira e aí o meio campo… perdeu-se. O adversário conseguiu dominar o jogo e chegou mesmo à vantagem. A perder e quando se esperava uma resposta Azul e Branca foi o adversário que continuou a mandar no jogo. Só após a expulsão de Lema aos 82min é que o FC Porto criou algum perigo e apenas num remate de Brahimi que passou junto ao poste deu a sensação de golo. Ainda houve um pressing final mas apenas de bola parada e consentido pelo adversário. Contudo, a equipa podia e devia ter feito bem mais sobretudo no querer ganhar.

Herrera – O capitão não está bem e isso é demasiado evidente. Muito pouco agressivo e muitos passes falhados. Alguns deles chegam a ser constrangedores. Apenas ganhou 50% dos duelos (14/28) e raramente conseguiu criar jogo para o setor ofensivo.

Maxi – Adormeceu no golo sofrido e deixou Pizzi ganhar as costas onde fez a assistência para Seferovic. Não conseguiu dar o apoio necessário ao ataque e foi substituído por Corona quando a equipa procurava o empate.

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One thought on “Benfica 1-0 FC Porto Aquém das expectativas

  1. Não quero ir ao Coliseu ou ao Sá da Bandeira ver qualquer espectáculo, nem quero que o treinador do FC Porto ridicularize as opiniões dos seus adeptos e sócios ou os humilhe com exibições futebolísticas deprimentes e horripilantes, por sua única e exclusiva responsabilidade e por obstinada opção por um modelo de jogo que, além de ser pior que nada, é digno do futebol regional e amador. A sorte esgotou-se na época passada.
    Não quero que o FC Porto discuta os jogos, palmo a palmo, com os adversários que lutam pela manutenção: não quero que o FC Porto perca, constantemente, a bola a cada 2 segundos ou ao fim de 2 toques: não quero que o FC Porto dependa de um jogador que, em cada dez bolas recebidas, perca oito de forma tosca e hilariante (Marega): não quero que o FC Porto dependa, na construção e fluidez do seu jogo, do pior médio titular da história do FC Porto, que, em cada dez passes de lana-caprina, falha oito por indiscutível mediocridade, de forma displicente e anedótica (Herrera): Não quero que o melhor construtor titular desta época (Octávio) vá à Luz jogar como muleta do trinco, amordaçado e atado, só porque sua excelência acha que a mediocridade de Herrera é a solução para desbloquear e aniquilar a fortaleza da águia de rapina ou do molusco tentacular. … Ainda não percebeu que o golo do ano passado na Luz, foi um achado de ocasião, como muitos que existem por esses jogos regionais em todo o país. Aliás, o mesmo trambolho, também este ano, na Luz, teve duas chances, mais ou menos parecidas, que também deram golo, mas de rugby.
    Não quero que sua excelência justifique as suas opções entre a qualidade e a mediocridade, com o treino, pois assim terei a certeza que os Maxis, Herreras, Maregas, Chaínhos, Paredes, e outros que tais, seriam sempre titulares indiscutíveis … e que Oliveira, Jaime Magalhães, Futre, Madjer, Domingos, Kostadinov, Drulovic, Deco, Alenitchev, Belluschi, James e Óliver seriam, constantemente, utentes do banco ou da bancada.
    Quero que o FC Porto, único penta campeão português do futebol profissional, bi-Campeão Europeu, bi-Campeão do Mundo, bi-Vencedor da Taça UEFA e Vencedor da Supertaça Europeia, assuma a sua história, o seu ADN e o seu estatuto de candidato crónico às vitórias em qualquer jogo, em qualquer estádio e em qualquer competição e com futebol de qualidade.
    Quero que, sobretudo, honre o nome e a qualidade e inteligência futebolística, de nomes, como Virgílio, Miguel Arcanjo, Pedroto, Hernâni, Carlos Duarte, Américo, Pavão, Custódio Pinto, Cubillas, Nóbrega, Jaime, Djalma, Gabriel, Rodolfo, Octávio, Séninho, Oliveira, Gomes, Frasco, Costa, João Pinto, Jaime Magalhães, Jaime Pacheco, André, Sousa, Futre, Madjer, Juary, Branco, Baía, Domingos, Kostadinov, Jorge, Costa, Jardel, Drulovic, Paulinho Santos, Deco, Maniche, Derley, Alenitchev, Moutinho, Hulk, Falcão, Belluschi, James, Guarin, etc. etc …
    Não é possível acreditar na crença e fé de Sérgio Conceição, de que o futuro será melhor. Ele está a mentir, porque irá manter a mesma táctica, os mesmos jogadores e a mesma forma de abordar os jogos – sem preocupação pela qualidade e pela inteligência futebolística – pontapé para a frente e fé em Marega, que não é mais veloz que Usain Bolt, mas que, provavelmente, é bem pior, que o Jamaicano, em termos técnicos. E irá preservar como insigne e insubstituível maestro – de quem depende a construção de jogo – o perneta e trambolho Herrera – o tal que é o rosto mais visível do miserabilismo e mediocridade exibicional de mais de cinco anos.
    Onde chegaria Galeno e o que diriam os media da capital se fosse jogador do Benfica? Um novo Neymar? Acho que o FC Porto deveria antecipar-se aos rivais e contratar Galeno na janela de Janeiro. … o quê? Galeno é jogador do FC Porto? Não acredito … ou melhor acredito, tenho de acreditar … não venderam Herrera e Marega por 30 milhões cada, mas despacharam sem pestanejar Ruben Neves e André Silva … Viva a mediocridade que corre, se mata e se esfola nos treinos, pois é com os trambolhos que iremos recuperar a glória. Até parece que a história foi apagada …

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