F.C.Porto 2-1 Sporting C.P. Oito, O Número de Vitórias Que Faltam!

Numa noite de temporal, o Dragão mostrou, mais uma vez, a sua raça e venceu o Sporting por 2-1, deixou o rival quase arredado do título e segue firme na liderança isolada do campeonato. No 4º clássico jogado entre estas 2 equipas, o saldo é favorável. 2 vitórias e 2 empates e 3-1 em golos. Nada mau para uma equipa que só entrou no totobola no segundo terço da época.

Sérgio Conceição fez apenas uma alteração na equipa em relação ao 11 que tinham alinhado em Portimão. Saiu o lesionado Soares e entrou Gonçalo Paciência. Manteve a ideia da equipa e alinhou em 442 com Otávio na direita e Marega no apoio a Gonçalo. Já se sabia que o jogo não ia ser fácil até pela importância do mesmo para o Sporting e o inicio mostrou isso. Equipas na expectativa com mais iniciativa do adversário nos primeiros 10 minutos de jogo mas a partir daí, o Dragão controlou e criou mais oprtunidades. Quando Marcano aos 29′ chega ao golo após grande assistência de Herrera, Marega por 2 vezes e Doumbia, do lado adversário, tinham ameaçado. Aos 12′, Marega num cabeceamento ao poste e aos 26′ num remate ao lado após passe de Gonçalo Paciência. Doumbia aos 21′ numa distração de Marcano com Casillas a ser grande e a defender para canto. O Sporting continuou a fazer pela vida e num lance onde ganha a bola no meio campo – não acho que tenha sido falta sobre o Brahimi assim como não acho que tenha sido pênalti sobre Doumbia – Bryan Ruiz isola Rafael Leão que com um remate traiçoeiro e difícil para os Guarda-redes, bate Casillas. A defesa a facilitar e balde de gelo pela cabeça abaixo dos adeptos Portistas. O Sporting chegou ao golo na melhor altura possível e pior para os Azuis e Brancos.

Após 15 minutos de intervalo e apreensão, o F.C. Porto tratou  logo de acalmar os nervos e chega ao golo aos 49′ por Brahimi. Trabalho de Gonçalo na direita em cima de Mathieu, cruzamento e Brahimi, solto na esquerda, a rematar de pé esquerdo sem hipótese para Rui Patrício. Destaque para a forma como Brahimi ajeita a bola de pé direito. Delicioso! Já com Corona no lugar de Otávio e Aboubakar no lugar de Gonçalo, o jogo ficou repartido com oportunidades dos dois lados. Voltaram os nervos! O meio campo – mais tarde entrou Reyes para o lugar do lesionado Marega mas nada adiantou – não conseguiu segurar o jogo e William Carvalho e Bruno Fernandes conseguiram jogar mais à vontade e muito perto da nossa área. Contudo, podíamos ter matado o jogo antes das oportunidades do Sporting para empatar mas as más decisões no último terço de terreno, principalmente Corona, não permitiram. Acreditou o Sporting e não fosse San Iker a ser gigante numa mancha a remate de Montero e o Jovem “Jordão” a enviar a bola para o Barcarola, tinham chegado ao empate. Vitória justa da equipa que foi mais eficaz. Uma vitória de raça e ambição mas sobretudo de uma equipa unida que também sabe sofrer!

Dragão de Ouro: Casillas

Dragão de Prata: Marcano

Marega: Mais um jogo à Marega. Capaz do bom e do mau mas com uma entrega ao jogo inacreditável. Quem diria que os Portistas iam ficar tristes com uma lesão do Marega.

Casillas: Duas defesas de valer pontos. Voltou a ser decisivo como na época passada contra a mesma equipa. Excelente na mancha aos 89′ a Montero. A cara com que Casillas fica a olhar para para ele é espetacular.

Uma vitória muito importante contra um rival direto com a vantagem de o deixar estendido no tapete. Um rival que investiu bem mais do que nós em ambos os mercados de transferências e que tinha um “plantel bem melhor e bem maior que o nosso”. Nota-se claramente. Em 4 jogos, foram melhores em meio jogo a pecar por excesso.

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Faltam 8 vitórias para o sonho se concretizar. Seguimos líderes invictos num campeonato onde dominamos em todos os jogos até agora. Segue-se Paços de Ferreira. Um jogo difícil que vai ser muito importante. Os vermelhos da capital golearam o clube do guardanapo e recebem outro amigo na próxima jornada, o Aves. Nova goleada. Temos de fazer o nosso trabalho como até aqui para os ir visitar no ponto de rebuçado. Docinhos, inchadinhos e fanfarrões.

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